Crescem as oportunidades para novos negócios no Brasil. Desde 2006, o
crescimento do segmento de startups tem uma média de 7,2% por ano. Em
2010, foram 617 mil novo negócios registrados. E esses números só crescem
de lá pra cá. Isso acontece com muita frequência também pela entrada de muito
capital estrangeiro no mercado brasileiro, impulsionado pelas crises da Europa
e Estados Unidos e pelo crescimento do mercado brasileiro.
Na Campus Party 2013, evento que reúne os principais negócios online do país,
foi divulgado que US$ 850 milhões foram investidos em empresas do setor de
tecnologia em 2012. Em um estudo elaborado pela FGV-EAESP foi apontado
que 50% do capital investido em fundos de private equity brasileiros vem de
origem estrangeira.
A tendência é crescer mais ainda esse investimento, mais uma prova que o
Brasil está na mira do resto do mundo, economicamente falando.
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
Negócios Lucrativos
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Startups em alta no Brasil
A Associação Brasileira de Startups (Abstartups) apresentou uma pesquisa informal que mostra alguns números animadores para as startups brasileiras. De acordo com o estudo, foram investidos, em 2012, aproximadamente de US$ 850 no setor. Esse investimento de ouro, oriundo de outros países, foi tema de um debate durante a Campus Party 2013, que ocorreu na capital paulista.
No evento, a pesquisa da FGV-EAESP mostrou que aproximadamente 50% do capital investido por fundos de Private Equity no Brasil é de origem estrangeira.
A pesquisa mostra, ainda, que o capital comprometido desta indústria cresceu cerca de 45% ao ano, desde o final de 2004. Setores de informática e eletrônica foram os que mais receberam investimentos.
De 502 empresas brasileiras investidas por esses fundos, mais de 41% são empreendimentos em estágio inicial. Uma das modalidades mais típicas deste tipo de aporte são de títulos de dívida de empresas privadas, que são futuramente conversíveis em ações da empresa. Entre as áreas mais atrativas, estão as que fazem aplicativos para dispositivos móveis ou apostam na área de serviços.
No evento, a pesquisa da FGV-EAESP mostrou que aproximadamente 50% do capital investido por fundos de Private Equity no Brasil é de origem estrangeira.
A pesquisa mostra, ainda, que o capital comprometido desta indústria cresceu cerca de 45% ao ano, desde o final de 2004. Setores de informática e eletrônica foram os que mais receberam investimentos.
De 502 empresas brasileiras investidas por esses fundos, mais de 41% são empreendimentos em estágio inicial. Uma das modalidades mais típicas deste tipo de aporte são de títulos de dívida de empresas privadas, que são futuramente conversíveis em ações da empresa. Entre as áreas mais atrativas, estão as que fazem aplicativos para dispositivos móveis ou apostam na área de serviços.
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