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quarta-feira, 21 de março de 2012

Você sabe lidar com frustrações no trabalho?

Não existe emprego e chefe perfeitos e, muito menos, todos os momentos são maravilhosos no trabalho. As expectativas em relação a uma tarefa podem não corresponder à realidade e, em muitos casos, podem gerar a frustração no ambiente de trabalho e interferir no desempenho e execução de tarefas.
Segundo o professor da FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo) e especialista em coaching, João Baptista Brandão, o desafio é entender o que não deu certo para mudar a estratégia inicial que resultou na falha. Um bom conselho é fazer uma autoanálise de sua postura no trabalho, tarefas e até mesmo do erro. É sempre bom interpretar o que deu errado e, em alguns casos, avaliar a situação de maneira fria.
Após a autoanálise, proponha uma solução para o problema. Esta é, sem dúvidas, a melhor maneira de aprender com os erros. Além disso, é interessante solicitar um feedback com os superiores. Assim, é possível mapear as modificações e até mesmo aceitar os auxílios e sugestões sugeridas.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Você sabe liderar?

O holandês Freek Vermeule é professor da London Business School e um dos principais pensadores de gestão da atualidade. Ele também possui publicações sobre liderança e CEO.
Em entrevista para a Revista Você S/A, o professor declara que “Há cerca de 15 anos, eu era consultor de uma empresa e acreditava que essa decisão deveria ser democrática, com o envolvimento de todos os setores da companhia, mas não acredito mais nisso hoje. É papel da chefia máxima tomar decisões muito claras sobre o que fica dentro e o que fica de fora da estratégia. Claro que um bom CEO vai perguntar à sua volta a opinião das pessoas, mas isso não é uma tomada de decisão democrática, na minha opinião, mas uma decisão da chefia. Não sou a favor de todo mundo votar qual é a estratégia, mas também sou contra uma pessoa sozinha, atrás da mesa, decidir tudo. Um bom CEO se deixa ser influenciado pelas boas ideias de outras pessoas”.
Ainda segundo Freek, reuniões estratégicas são de suma importância para determinar o futuro da empresa, mas é impossível agradar gregos e troianos. Normalmente, cada pessoa está disposta a convencer a outra em relação a seu ponto de vista. Por isso, o CEO tem que assumir a responsabilidade para si e liderar.