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segunda-feira, 23 de julho de 2012
OneMBA: reconhecimento internacional
Nos últimos anos, ter uma experiência profissional no exterior está se tornando um diferencial muito procurado no mercado de trabalho. Uma das causas é o aprimoramento da grade curricular dos MBAs internacionais das principais escolas de business do mundo.
A mudança curricular é devido a forte influência de economias emergentes, como o Brasil, China e Índia. Isso tem despertado o interesse de investidores, recrutadores e dos jovens de países desenvolvidos. As dez primeiras escolas no ranking do jornal inglês Financial Times, referência para o segmento, oferecem cursos voltados para os países emergentes.
Para os brasileiros que buscam iniciar um MBA internacional no país e concluir no exterior, a FGV-EAESP oferece o OneMBA. Criado em parceria com quatro escolas internacionais (China, Estados Unidos, Holanda e México), é um dos cursos mais reconhecidos nacional e internacionalmente que qualifica executivos para o sucesso na economia global emergente. Eleito o melhor MBA Executivo do Brasil segundo o ranking da Revista Você SA e um dos melhores do mundo pelo ranking do Financial Times. Acesse e saiba mais.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Você sabe liderar?
O holandês Freek Vermeule é professor da London Business School e um dos principais pensadores de gestão da atualidade. Ele também possui publicações sobre liderança e CEO.
Em entrevista para a Revista Você S/A, o professor declara que “Há cerca de 15 anos, eu era consultor de uma empresa e acreditava que essa decisão deveria ser democrática, com o envolvimento de todos os setores da companhia, mas não acredito mais nisso hoje. É papel da chefia máxima tomar decisões muito claras sobre o que fica dentro e o que fica de fora da estratégia. Claro que um bom CEO vai perguntar à sua volta a opinião das pessoas, mas isso não é uma tomada de decisão democrática, na minha opinião, mas uma decisão da chefia. Não sou a favor de todo mundo votar qual é a estratégia, mas também sou contra uma pessoa sozinha, atrás da mesa, decidir tudo. Um bom CEO se deixa ser influenciado pelas boas ideias de outras pessoas”.
Ainda segundo Freek, reuniões estratégicas são de suma importância para determinar o futuro da empresa, mas é impossível agradar gregos e troianos. Normalmente, cada pessoa está disposta a convencer a outra em relação a seu ponto de vista. Por isso, o CEO tem que assumir a responsabilidade para si e liderar.
Em entrevista para a Revista Você S/A, o professor declara que “Há cerca de 15 anos, eu era consultor de uma empresa e acreditava que essa decisão deveria ser democrática, com o envolvimento de todos os setores da companhia, mas não acredito mais nisso hoje. É papel da chefia máxima tomar decisões muito claras sobre o que fica dentro e o que fica de fora da estratégia. Claro que um bom CEO vai perguntar à sua volta a opinião das pessoas, mas isso não é uma tomada de decisão democrática, na minha opinião, mas uma decisão da chefia. Não sou a favor de todo mundo votar qual é a estratégia, mas também sou contra uma pessoa sozinha, atrás da mesa, decidir tudo. Um bom CEO se deixa ser influenciado pelas boas ideias de outras pessoas”.
Ainda segundo Freek, reuniões estratégicas são de suma importância para determinar o futuro da empresa, mas é impossível agradar gregos e troianos. Normalmente, cada pessoa está disposta a convencer a outra em relação a seu ponto de vista. Por isso, o CEO tem que assumir a responsabilidade para si e liderar.
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