Hoje em dia, parece que a internet vai transformar todas as boas ideias
em pilhas de dinheiro, mas a realidade não é bem assim. Por mais
que as capas de revistas de negócios mostrem, dezenas de pessoas
que ficaram milionárias da noite pro dia com seus e-commerces, na
verdade uma grande parte das pessoas que investem nesse negócio não
consegue chegar a grandes números e correm o risco de estagnar em um
faturamento inferior a R$5.000 por mês.
Ter uma loja virtual e colocar a maior variedade de produtos com preços
competitivos não é o bastante para se destacar entre os milhares de sites
que existem. Para isso, é fundamental que o site ofereça uma experiência
positiva para o usuário que estiver navegando por ele, como relacionar
produtos de uma maneira eficiente e usar o poder de opinião de pessoas
que já adquiriram produtos do seu site (como um mecanismo que mostra
os produtos comprados pela pessoa que navegou por aquela página).
Evitar problemas nas entregas, como atraso ou produtos com defeito,
ajuda a construir uma imagem de qualidade para o negócio. Por isso, é
fundamental investir e cuidar muito bem do departamento de logística e
do centro de distribuição de seu site.
O professor Tales Andreassi, da Escola de Administração de Empresas
de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) afirma, em
texto próprio, que um bom e-commerce necessita gerar boa experiência,
agradar o usuário e oferecer informações sobre o produto. E ainda mais
importante que tudo isso, é ser bem atendido, caso haja necessidade, ter
desconto e receber o pedido dentro do prazo de entrega, sem problemas
de desvio, troca ou danificação. De maneira geral, o consumidor precisa
perceber que a compra valeu a pena e que pode novamente adquirir mais
produtos naquele site.
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
O bom momento do mercado de luxo brasileiro
Os últimos anos mudaram o cenário do mercado brasileiro de consumo. As
pessoas subiram de classe social, experimentaram maior estabilidade financeira
e possibilidade de adquirir produtos e serviços que antes eram intangíveis. É
esse cenário que as marcas de luxo encontram no Brasil atualmente. O varejo
de luxo brasileiro tem se tornado a menina dos olhos das marcas internacionais,
principalmente na cidade de São Paulo, que possui 70% desse mercado. A
estimativa é que o número de consumidores no Brasil chegue a 12 milhões.
Com isso, as marcas têm atingido seus públicos com mais facilidade. Estes são algumas conclusões do seminário “Mercado de luxo e o varejo brasileiro”, realizado pelo Centro de Excelência em Varejo da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP). No encontro, palestrantes apresentaram números e estudos desse mercado, tal como o perfil dos consumidores desse segmento e as principais marcas que desembarcam no país. Para Maria Cecília Coutinho de Arruda, economista e professora da FGV-EAESP, as perspectivas para esse mercado de luxo ainda são positivas e tendem a crescer ainda mais, mas as informações desse mercado ainda são dispersas, pouco precisas e diferem muito entre si.
Isso tudo ainda é um reflexo da recente democratização do luxo no país, e esses estudos e números tendem a melhorar com o tempo e com a maior fixação do mercado.
Fonte imagem: http://www.sxc.hu/photo/738110
Com isso, as marcas têm atingido seus públicos com mais facilidade. Estes são algumas conclusões do seminário “Mercado de luxo e o varejo brasileiro”, realizado pelo Centro de Excelência em Varejo da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP). No encontro, palestrantes apresentaram números e estudos desse mercado, tal como o perfil dos consumidores desse segmento e as principais marcas que desembarcam no país. Para Maria Cecília Coutinho de Arruda, economista e professora da FGV-EAESP, as perspectivas para esse mercado de luxo ainda são positivas e tendem a crescer ainda mais, mas as informações desse mercado ainda são dispersas, pouco precisas e diferem muito entre si.
Isso tudo ainda é um reflexo da recente democratização do luxo no país, e esses estudos e números tendem a melhorar com o tempo e com a maior fixação do mercado.
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