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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Reorganizando a economia doméstica


Deixar as finanças pessoais em ordem é muito importante para a saúde financeira e, para isso, é necessário deixar a preguiça de lado, organizar e planejar os gastos. Dá trabalho e é cansativo, porém, quando o mês terminar, a recompensa pode ser maior do que se imagina.

Muitas vezes, alguns serviços contratados e pouco usados são os vilões de uma finança sadia, como a TV a cabo quase sem uso, uma conta corrente sem movimentação ou um plano de uma operadora móvel que não se encaixa com seu perfil de gasto. Essas despensas se tornam “invisíveis” com o tempo, pois a tendência é as encararmos como obrigatórias e como “gastos muito pequenos”. Segundo Fabio Gallo, professor de Finanças da FGV-EAESP, as menores economias são as que as pessoas menos enxergam.

O ponto aqui é colocar os gastos na ponta do lápis e ver, com firmeza, o que é supérfluo e o que é necessidade e fixo. Gallo divide o orçamento mensal em quatro itens, sendo eles: Alimentação, Básico, Contornável e Desnecessário e diz que é importante saber quanto cada gasto representa no orçamento como um todo.

O professor recomenda fazer, por exemplo, a seguinte pergunta: “Vale a pena ter mesmo todos os canais de televisão se você passa a maior parte do dia fora de casa?” A resposta pode significar uma boa quantia a ser poupada e pequenas economias podem fazer a diferença no orçamento.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Os 10 passos para enriquecer juntos

Nenhum assunto é pauta para tanta discussão quanto casamento e finanças. Isso porque, apesar do amor, muitos casais encontram dificuldades em conseguir administrar o patrimônio em conjunto.

O consultor de Finanças Pessoais, Gustavo Cerbasi, explica que isso acontece devido a fatores sentimentais, hábitos, histórico familiar e, até mesmo, complexidade de cada ser. Gustavo é formado em Administração Pública pela FGV-EAESP e autor do livro “Casais inteligentes enriquecem juntos”.

Em seu levantamento, um dos principais problemas que Cerbasi encontrou foi o que ele chama de infidelidade financeira. “Ela ocorre quando o acordo monetário feito entre os dois é quebrado” afirma Celina Ramalho, professora da FGV-EAESP e consultora da assessoria econômica Semear. Não há fórmula mágica. O casal tem que estar disposto a se manter unido, para fazer dar certo as finanças.

Para enriquecer juntos, marido e mulher precisam:

1) Negociar dívidas – nada desestabiliza um ser humano tanto quanto problemas com contas. Organizar prioridades e estabelecer metas para o pagamento são a chave para o casal.

2) Substituir juros – evite os juros altos, mesmo que isso seja esticar ainda mais parcelas para reduzir o valor das mesmas.

3) Boa reputação – seja o cliente que todo banco procura ter e beneficiar. Pague as contas em dia e mantenha um bom relacionamento com o gerente do banco.

4) Crie uma reversa – guardar dinheiro é um habito muito positivo para o casal, já que evita imprevistos e também auxilia investimentos futuros.

5) Consumo consciente – é muito importante o casal investir no bem-estar dos dois. Poupar dinheiro quando necessário e investir são pontos importantes para melhorar a relação.

6) Planejamento – finanças não sobrevivem sem planejamento. Calcule investimentos e despesas, que o casal certamente viverá em melhor harmonia.

7) Poupar pode ser positivo – Poupar auxilia a manter as finanças em dia e positivas.

8) Conhecimento de mercado – Investir no mercado, ainda que em um negócio pequeno, é sempre positivo. Ter um negócio consistente sempre auxilia nas finanças.

9) Pesquisa de mercado – de nada adianta investir e se manter estagnado. Quando o assunto é finanças, a cautela tem que ser grande e a disciplina e estudo constantes.

10) Independência financeira – nada é mais positivo para uma relação do que a tranquilidade no bolso. Quando o casal atinge isso, muitos problemas são amenizados.