Há muito tempo, o pequeno e microempreendedor tem seu lugar
ao sol no Brasil. Mas agora, mais do que nunca, essas pequenas
empresas estão ganhando mercado e com cada vez menos
investimento. Isso acontece porque a tecnologia reduz a burocracia,
as barreiras e aumenta o poder de divulgação dessas empresas, além
de permitir testar, pesquisar e expandir um negócio sem precisar
investir alto para isso.
Alguns setores possuem maior atratividade para os
microempresários do que outros, casos como o da internet, que
é muito imediatista, tanto no feedback quanto nos resultados, e é
possível adaptar-se rapidamente conforme a empresa saia do curso
esperado pelo público, diferente de outros setores mais tradicionais,
nos quais os empreendedores precisam lidar com competição
acirrada, investimento e planejamento. "Os negócios tradicionais só
terão viabilidade se forem planejados e lidarem bem com a gestão,
como a questão de prazos e o capital de giro", afirma o professor da
FGV-EAESP, Gilberto Sarfati.
Por esses motivos é cada vez mais comum ver jovens migrando das
empresas e tentando abrir suas próprias companhias, ou startups,
como são chamadas as empresas iniciantes da área de tecnologia.
Por ser uma área muito nova e com muito espaço para criatividade,
esses jovens encontram brechas de mercado que podem ser
aproveitadas com pouco dinheiro, uma equipe familiar e muita força
de vontade.
É o mercado do futuro chegando ao Brasil, onde investimento em
dinheiro não é mais importante do que inovação e dedicação.
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
Pequenas empresas abrem portas investindo pouco
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
Economia aquecida impulsiona empreendedores a investir em educação
A educação no Brasil sempre foi preocupante para a economia e para
empreendedores do país. A mão de obra não está qualificada e faltam
profissionais e empreendedores para ocupar cargos importantes na economia.
“O país não vai conseguir crescer sem que haja investimentos em educação”,
afirma o professor da FGV-EAESP, Marcelo Marinho Aidar. Para Aidar, é
preciso investir na base da educação, para ver retorno na economia. “Para
formar engenheiros, é necessário que os estudantes tenham uma boa formação
fundamental”, diz. Até mesmo na formação de empreendedores, a educação tem
papel fundamental para a economia.
A economia impulsiona essa busca por educação. Empreendedores têm oferecido alternativas para a educação convencional. Surgem cursos que ajudam em momentos de economia aquecida e grandes eventos esportivos, como as franquias de idioma, que caíram nas graças dos empreendedores e da economia. Outro tipo de negócio em que os empreendedores estão apostando são aulas extras, que visam aprofundar conhecimentos ou preencher lacunas deixadas pelo sistema convencional de educação. E o mais interessante é que os empreendedores estão encontrando retorno nesse tipo de negócio.
A economia brasileira depende desse investimento em educação mesmo que não aconteça como deveria por parte da política pública e ficamos a mercê de empreendedores que tenham essa visão e invistam nisso. Pelo menos, há essa opção para a economia.
Fonte imagem: http://www.freegreatpicture.com/other/pencil-30330
A economia impulsiona essa busca por educação. Empreendedores têm oferecido alternativas para a educação convencional. Surgem cursos que ajudam em momentos de economia aquecida e grandes eventos esportivos, como as franquias de idioma, que caíram nas graças dos empreendedores e da economia. Outro tipo de negócio em que os empreendedores estão apostando são aulas extras, que visam aprofundar conhecimentos ou preencher lacunas deixadas pelo sistema convencional de educação. E o mais interessante é que os empreendedores estão encontrando retorno nesse tipo de negócio.
A economia brasileira depende desse investimento em educação mesmo que não aconteça como deveria por parte da política pública e ficamos a mercê de empreendedores que tenham essa visão e invistam nisso. Pelo menos, há essa opção para a economia.
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quarta-feira, 6 de março de 2013
Dicas de empreendedores que faturaram R$1 milhão logo no primeiro ano
Quando se tem o próprio negócio, algumas metas são elaboradas ou traçadas, algumas vezes até despretensiosamente. Uma delas é atingir R$1 milhão em faturamento. Por mais que seja conhecido o fato de que quanto se fatura não é o único, nem melhor, termômetro para o sucesso, chegar a esse marco é algo, no mínimo, interessante para os donos de empresa. Conheça agora algumas dicas importantes de quem atingiu essa marca ainda no primeiro ano de atividade da empresa.
Atente-se ao mercado
Mesmo pequenas mudanças no mercado podem alterar completamente o rumo de uma empresa do setor. Fique sempre atento e não deixe as oportunidades passarem.
Divulgue-se
Empresas que chegam a R$1 milhão de faturamento não chegaram lá apenas pelo boca a boca. É preciso investir em publicidade e marketing. As pessoas precisam ouvir falar de você.
Procure a opinião de especialistas
Independente de ser uma consultoria paga ou não, sempre é bom contar com a opinião de pessoas que entendem do assunto e do ramo da sua empresa. Elas podem contribuir com pontos de vista, opiniões e dicas de quem já tem vivência na área e já passou por algumas situações pelas quais você ainda irá passar.
Compartilhe resultados
Foi durante as aulas de Administração na FGV-EAESP que os amigos Felipe Cataldi e Luan Gabellini tiveram a ideia de fundar a Betalabs, uma empresa de software de gestão de negócios em nuvem. Para garantir o funcionamento da empresa, eles tiveram uma ideia diferente sobre remuneração de seus funcionários, que recebem bonificações por desempenho e recompensas que podem chegar a três salários adicionais a cada seis meses. A estratégia ajuda a manter os funcionários engajados e a não perder os talentos revelados pela empresa. “Todos os efetivados começaram
como estagiários”, afirma Cataldi.
Use seus contatos
Ter experiência no mercado de trabalho ajuda nesse momento. Quando se decide abrir o próprio negócio, fazer uso de seu networking e da bagagem adquirida no mercado é essencial, tanto para divulgar seu trabalho, quanto para conseguir consultoria, clientes, fornecedores e mão-de-obra.
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