sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Mulheres no comando


Mulheres que chegaram lá. Elas abriram seus negócios próprios, que deram certo, se desenvolveram, cresceram e apareceram. Andréa Villas Boas, em parceria com a filha Bruna Villas Boas Diehla, escreveu a obra “Elas empreendedoras”, que mostra histórias de empreendedoras de sucesso e dados tirados de pesquisas que já existiam e que foram complementados por informações coletadas em pesquisas das próprias autoras. Elas conseguiram identificar alguns pontos fortes que as mulheres empreendedoras têm: enquanto os homens são mais objetivos, práticos e têm habilidade para lidar com finanças, elas demonstram sensibilidade e, por isso, conseguem controlar equipes mais facilmente, além de terem uma visão mais geral do negócio.

Maria José Tonelli, vice-diretora da FGV-EAESP explica que, segundo as pesquisas, quando as mulheres empreendem, os conhecimento e desenvolvimento delas no mercado passam para familiares próximos e até para quem vive na mesma cidade. Esse é um dos motivos para a FGV-EAESP oferecer qualificação voltada especificamente às mulheres empreendedoras, como a participação no Programa 10 000 Mulheres.

Patrocinado pelo banco de investimento Goldman Sachs, o programa tem por objetivo selecionar mulheres que já tenham o próprio negócio, mas que não tiveram acesso a cursos de administração. Maria José, que também é coordenadora do projeto na FGV-EAESP, fala que essas empreendedoras têm aulas de finanças, marketing e operações gerenciais. “Hoje em dia, o mundo dos negócios é muito sofisticado. Não basta ter uma boa ideia e trabalhar bastante, tem que ter conhecimento do que está acontecendo ao seu redor”.

O curso é totalmente gratuito e é ministrado apenas em São Paulo, na própria FGV-EAESP. As aulas da 9ª turma começam em 1º de fevereiro e terminam em maio, e mulheres do país inteiro podem de inscrever.

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